Projeto prevê aumento de 5,4% e pagamento já na folha de abril
O projeto de reajuste do piso salarial do magistério estadual foi encaminhado para sanção do governador Eduardo Leite após a aprovação da redação final na sessão de terça-feira (7) na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul. O texto foi assinado pelo presidente da Casa e enviado à Casa Civil.
A sanção está prevista para ocorrer na quinta-feira, em razão de compromissos do governador em Brasília. Apesar da possibilidade de assinatura digital, a tendência é de que o ato ocorra presencialmente no Palácio Piratini.
O reajuste definido para 2026 é de 5,4%, elevando o piso do magistério de R$ 4.867,77 para R$ 5.130,63, considerando jornada de 40 horas semanais. Como o piso é referência para o plano de carreira, a correção se estende a todos os níveis da categoria.
O pagamento será incluído na folha de abril, com valores retroativos a janeiro, fevereiro e março, já que o novo piso tem validade a partir de 1º de janeiro.
Têm direito ao reajuste professores ativos, inativos e pensionistas. No entanto, nem todos os aposentados receberão o percentual integral de 5,4%. Isso ocorre em função de alterações no plano de carreira realizadas durante a gestão atual, que separaram vantagens como adicionais por tempo de serviço do subsídio, mantendo esses valores congelados.
De acordo com o governo estadual, a tendência é de que, ao longo do tempo, as diferenças sejam absorvidas, garantindo equiparação nos reajustes entre professores ativos e aposentados.
