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Vacinação em Flores da Cunha é ampliada para pessoas com comorbidades acima dos 40 anos

Escrito por em maio 7, 2021

O agendamento para receber a imunização contra a Covid-19 deve ser feito a partir de segunda-feira (10)

A Secretaria Municipal de Saúde de Flores da Cunha irá ampliar a vacinação contra a Covid-19 no município. A partir da próxima terça-feira (11), será iniciada a aplicação da primeira dose da vacina para pessoas com comorbidades a partir de 40 anos.

Agendamento no Centro de Saúde Irmã Benedita Zorzi ocorre a partir de segunda-feira (10), pelo telefone (54) 3292-6825, das 8h30min às 11h30min e das 13h30min às 17h. 

O agendamento nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs)  também pode ser feito a partir de segunda-feira, das 8h30min às 11h30min e das 13h30min às 17h, pelo telefone da sua unidade de referência (confira abaixo).

A comprovação obrigatória das comorbidades deve ser feita por meio de exames, receitas, relatório médico e/ou prescrição médica. É importante que os documentos que comprovem a comorbidade estejam atualizados.

Quem poderá se vacinar?
– Gestantes e puérperas (até 45 dias após o parto) com comorbidades ou não;
– Pessoas com comorbidades a partir de 40 anos (consulte as indicações abaixo);
– Pessoas com Deficiência Permanente cadastradas no Programa de Benefício de Prestação Continuada (BPC) a partir de 40 anos;
– Pessoas com 60 anos ou mais e trabalhadores da saúde acima de 18 anos que ainda não receberam a primeira dose.

Telefones das UBSs:
Unidade de Saúde do Bairro União – (54) 3292-4736
Unidade de Saúde do Bairro São Pedro – (54) 3292-6900
Unidade de Saúde de Otávio Rocha – (54) 3279-1320
Unidade de Saúde de Mato Perso – (54) 3026-6822
Unidade de Saúde de Nova Roma – (54) 3297-3259
Unidade de Saúde de São Gotardo – (54) 3292-7056

Veja a lista de comorbidades e especificações:
– Diabetes: indivíduos com diabetes mellitus

– Pneumopatias crônicas graves: doença pulmonar obstrutiva crônica, fibrose cística, fibroses pulmonares, pneumoconioses, displasia broncopulmonar e asma grave (uso recorrente de corticoides sistêmicos, internação prévia por crise asmática);

– Hipertensão Arterial Resistente (HAR): quando a pressão arterial permanece acima das metas recomendadas com o uso de três ou mais anti-hipertensivos de diferentes classes, em doses máximas preconizadas e toleradas, administradas com frequência, dosagem apropriada e comprovada adesão ou pressão arterial controlada com uso de quatro ou mais anti-hipertensivos;

– Hipertensão arterial estágio 3: pressão arterial sistólica igual ou maior a 180 e/ou diastólica igual ou superior a 110, independentemente da presença de lesão em órgão-alvo ou comorbidade;

– Hipertensão arterial estágios 1 e 2: pressão sistólica entre 140 e 179 e/ou diastólica entre 90 e 109 na presença de lesão em órgão-alvo e/ou comorbidade;

– Insuficiência cardíaca: insuficiência com fração de ejeção reduzida, intermediária ou preservada; em estágios B, C ou D, independentemente de classe funcional da New York Heart Association;

– Cor-pulmonale e Hipertensão pulmonar: cor-pulmonale crônico, hipertensão pulmonar primária ou secundária;

– Cardiopatia hipertensiva: hipertrofia ventricular esquerda ou dilatação, sobrecarga atrial e ventricular, disfunção diastólica e/ou sistólica, lesões em outros órgãos-alvo;

– Síndromes coronarianas: síndromes coronarianas crônicas Angina Pectoris estável, cardiopatia isquêmica, pós-infarto agudo do miocárdio, entre outras;

– Valvopatias: lesões valvares com repercussão hemodinâmica ou sintomática ou com comprometimento miocárdico;

– Miocardiopatias e pericardiopatias: de quaisquer etiologias ou fenótipos; pericardite crônica; cardiopatia reumática;

– Doenças da aorta, dos grandes vasos e fístulas arteriovenosas: aneurismas, dissecções, hematomas da aorta e demais grandes vasos;

– Arritmias cardíacas: com relevância clínica e/ou cardiopatia associada;

– Cardiopatia congênita no adulto: com repercussão hemodinâmica, crises hipoxêmicas, insuficiência cardíaca, arritmias, comprometimento miocárdico.

– Próteses valvares e dispositivos cardíacos implantados: portadores de próteses valvares biológicas ou mecânicas; dispositivos cardíacos implantados (marca-passos, cardiodesfibrilador, ressincronizador, assistência circulatória de média ou longa permanência);

– Doença cerebrovascular: acidente vascular cerebral isquêmico ou hemorrágico; ataque isquêmico transitório; demência vascular;

– Doença renal crônica: estágio 3 ou mais e/ou síndrome nefrótica;

– Imunossuprimidos: transplantados de órgão sólido ou de medula óssea; pessoas vivendo com HIV; doenças reumáticas imunomediadas sistêmicas em atividade e em uso de dose de prednisona ou equivalente superior a 10 mg ao dia ou recebendo pulsoterapia com corticoide e/ou ciclofosfamida; demais indivíduos em uso de imunossupressores ou com imunodeficiências primárias; pacientes oncológicos que realizaram tratamento quimioterápico ou radioterápico nos últimos seis meses; neoplasias hematológicas;

– Hemoglobinopatias graves: doença falciforme e talassemia maior;

– Obesidade mórbida: índice de massa corpórea (IMC) igual ou superior a 40;

– Síndrome de down: trissomia do cromossomo 21;

– Cirrose hepática: Child-Pugh A, B ou C.


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