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“Todos estamos sentindo falta de convívio”, diz psicóloga sobre relação entre avós e netos

Escrito por em outubro 6, 2020

Susana Maria Carpeggiani Cabral concedeu entrevista à Rádio Solaris 97.3 nesta terça-feira (6)

No último dia 1º de outubro, foi lembrado o dia do idoso. Em meio à pandemia, onde todos foram afetados, a relação desse público, em especial com os netos, acabou sendo afastada, ao menos de forma presencial. De acordo com Susana Maria Carpeggiani Cabral, psicóloga, psicopedagoga e terapeuta EMDR, trabalhando para ativar mecanismos de criatividade do cérebro, ajudando a enfrentar distintos problemas e sintomas, “todos estamos sentindo a falta de convívio”.

Ela cita que, com o isolamento social, “famílias precisaram se unir mais, pais começaram a dar mais atenção para os filhos”.

Na relação de avós e netos, com ações como contar histórias, brincadeiras, entre outras, criam uma atração, um tempo de interação e alegria para ambas as partes.

Um dos relatos mais comuns de idosos em tempos de pandemia e isolamento é estarem se sentindo sós. Conforme Susana, é preciso ocupar a mente com atividades prazerosas: “quando ocupamos a mente, o corpo não padece”, diz a profissional citando o exemplo de um idoso que, ao se sentir só e sem uma atividade, vendo sua mulher fazer tricô, começou a praticar também.

“O medo de fazer algo diferente nos trava e dessa forma muitas habilidades podem ficar escondidas. Nunca é tarde para fazer algo que se tem desejo”, enfatiza Susana.

Sobre a frase “avós são pais duas vezes”, a profissional diz que “é um amor diferente, um fruto de um fruto da gente, um amor duplicado”.

Fonte: Grupo Solaris – Repórter Luiz Augusto Filipini


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