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Semana começa com aumento na movimentação de pessoas no centro em Flores da Cunha

Escrito por em março 30, 2020

No primeiro dia útil depois do encerramento do decreto municipal que restringia a circulação de pessoas na cidade, muitos desrespeitaram a orientação de manter o distanciamento social

Depois de 10 dias de comércio fechado e cerca de uma semana com toque de recolher e paralisação da indústria, construção civil e outros serviços não essenciais, algumas pessoas tentaram voltar à ‘normalidade’ nesta segunda-feira, dia 30, em Flores da Cunha. A movimentação nas ruas aumentou substancialmente na comparação com os dias em que esteve em vigor o decreto municipal de calamidade pública editado por conta do novo coronavírus (Covid-19).

Nesta segunda, já foi mais difícil encontrar um lugar pra estacionar o carro nas ruas principais. Viu-se diversas pessoas, incluindo idosos, que fazem parte do grupo de risco, circulando a pé pelo centro. Filas se formaram em estabelecimentos comerciais, desrespeitando as regras de distanciamento social. A bem da verdade, muitos cidadãos muitos não cumpriram a orientação da prefeitura para que, a quem fosse possível, mante-se o isolamento domiciliar.

Vale lembrar neste momento, que deixar as pessoas em isolamento ainda é a melhor estratégia para conter o avanço do coronavírus na sociedade. Agindo assim, por consequência se evita um colapso no sistema de saúde, aumentando a letalidade da doença por falta de vagas em hospitais e UTIs. Até o momento, os médicos e especialistas ainda não encontraram um remédio que cure os enfermos ou uma vacina com eficácia comprovada que possa prevenir a disseminação do vírus.

Órgãos voltados à questão da saúde voltaram a defender que as determinações de distanciamento continuem sendo adotadas nas cidades. O Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta reforçou no último sábado, dia 28, a necessidade do isolamento social a fim de impedir o avanço do coronavírus no Brasil. “Se a gente sair andando todo mundo de uma vez, vai faltar pro rico, pro pobre” disse ele. Já o diretor-executivo da Organização Mundial da Saúde (OMS), Michael Ryan, afirmou nesta segunda, dia 30, que a transmissão da doença em várias partes do mundo está “passando das ruas” para “dentro das famílias”.


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