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Quatro paratletas e um sonho em comum: participar da Maratona Aquática de Porto Belo

Escrito por em agosto 20, 2021

Para a florense Tatiana Giotti, o esporte a ajudou a ser uma pessoa mais paciente, confiante e alegre

Tatiane Giotti, Robson Fortunato, Rosi Fantin e Rafael Carvalho são paratletas e tem um sonho em comum: participar da Maratona Aquática de Porto Belo, em Santa Catarina. A competição será realizada nos dias 11 e 12 de setembro de 2021 e é a primeira a ser realizada durante a pandemia. Inscritos para concorrer na categoria Pessoas com Necessidades Especiais (PNE), eles encontraram no esporte uma maneira de se reencontrar após a deficiência física.

Para Tatiana, moradora de Flores da Cunha, o esporte “me traz confiança em mim mesma, me traz a confiança na pessoa que eu posso mostrar ser”. Um acidente de trânsito ocorrido em 2018, fez com que a atleta perdesse parte dos movimentos, após sofrer uma lesão na coluna. “Sou feliz com o que faço (natação) e o esporte me ajudou a ser uma nova pessoa: paciente, confiante e alegre”, conta Tatiana.

Segundo Huender Cardoso, integrante do grupo voluntário Anjos Disfarçados e grande incentivador dos atletas, “o esporte possui um poder transformador, porque não é só praticar uma atividade física, mas superar muitas barreiras, vencer muitos obstáculos e cada dia se provar ser capaz de conquistar tudo aquilo que a gente sonha”.

A caxiense Rosi sofreu um acidente em 2016 e ficou paraplégica. Após passar três anos dependendo de uma cadeira de rodas, ela vem recuperando a capacidade de caminhar, justamente com o auxílio da prática da natação e das sessões de fisioterapia.

Os quatro paratletas treinam através da Associação L’áqua, utilizando as piscinas cedidas pela Universidade de Caxias do Sul (UCS). Fazem parte da visão do grupo “lutar pela inclusão da pessoa com deficiência em diferentes setores da sociedade, onde o esporte é a principal ferramenta”.

Robson, Rosi, Rafael e Tatiane precisam de ajuda financeira para custear as despesas com a locomoção e hospedagem. Huender destaca: “incentivando o paradesporto você incentiva vidas”. Quem quiser e puder ajudar, pode doar através da vaquinha online. (clique aqui)


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