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Presidente da Amesne vê dificuldades em adotar protocolo próprio caso a Serra Gaúcha se mantenha em vermelho

Escrito por em agosto 17, 2020

Conforme José Carlos Breda, há uma série de burocracias que levam ao menos três dias

A Serra Gaúcha foi classificada em bandeira vermelha na última sexta-feira (14), em mais uma atualização do Modelo de Distanciamento Controlado. Conforme o presidente da Associação dos Municípios da Encosta Superior do Nordeste (Amesne), José Carlos Breda, caso a região se mantenha em vermelho, “é muito remota a possibilidade de se adotar o protocolo, tendo em vista a questão burocrática”.

O processo de adoção de um protocolo próprio começa através de uma reunião virtual entre todos os prefeitos da Serra Gaúcha, nessa reunião, ao menos 2/3 dos prefeitos precisam ser favoráveis à adoção de medidas próprias, para que o pedido seja encaminhado ao Governo do Estado.

O governo tem 48h para a análise do pedido, aprovação ou solicitação de novos documentos. Caso ocorra a aprovação do pedido, são necessárias mais 24h para que a região tenha a liberação da adoção da bandeira mais branda.

Embora reconheça as dificuldades, Breda informa que o protocolo já está sendo produzido e o pedido deve ser discutido entre os prefeitos e encaminhado ao governo caso a serra se mantenha em vermelho na definição que ocorre nesta segunda-feira (17).

Três regiões que foram classificadas em vermelho na sexta-feira (14) já estão adotando critérios próprios, são elas, Taquara, Novo Hamburgo e Canoas.

Fonte: Grupo Solaris – Repórter Luiz Augusto Filipini


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