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Polícia Civil inicia investigações para encontrar responsáveis por violação de sepultura em Flores da Cunha

Escrito por em novembro 25, 2019

O caso foi registrado no domingo, dia 24, no Cemitério Público Municipal. Os criminosos levaram braços, pernas e crânio do cadáver

A Polícia Civil de Flores da Cunha iniciou na manhã desta segunda-feira, dia 25, a investigação para descobrir quem violou a sepultura de uma mulher no Cemitério Público da cidade durante o fim de semana. O crime foi percebido nas primeiras horas da manhã do domingo, dia 24, por populares que visitavam o local. Os criminosos levaram o crânio, braços e pernas do cadáver sepultado há um ano e nove meses.

O túmulo, que fica na área conhecida como “parte nova do cemitério”, teve a lápide de granito removida e foram quebrados alguns dos tijolos que fechavam a gaveta. O caixão foi removido pelos criminosos do interior do túmulo, teve a tampa aberta e o corpo da mulher de 59 anos, foi violado.

Os investigadores da Delegacia de Polícia Civil (DPC) de Flores da Cunha estiveram no cemitério na manhã desta segunda-feira averiguando os fatos e fazendo as diligências que darão continuidade às apurações. Até o momento não há suspeitos do crime. A polícia procura por evidências do crime que possam levar ao conhecimento dos responsáveis.

A inspetora da delegacia florense, Ludimila Durão, que esteve no cemitério nesta manhã, disse que as investigações para encontrar os autores do crime de vilipêndio de cadáver já iniciaram. “Nossa principal linha de averiguação é de que possam ter utilizado o cadáver para magia negra”, relatou a inspetora.

Em frente ao túmulo, foi deixado um pãozinho sujo de sangue com alfinetes espetados. Dentro do pão havia um pedaço de papel onde estaria escrito o nome de um casal, morador de Flores da Cunha. Também foi encontrado um copo sujo de sangue envolvido por um lenço branco.

O servidor público e zelador do cemitério Claudemir Santos de Godoy, disse que ficou muito chocado com o fato. “Nunca vi algo parecido nos 27 anos que estou trabalhando aqui. O que seguidamente encontramos são ‘trabalhos de macumba’ nas proximidades. Ficamos muito tristes com ocorrido, porque fica feio para quem trabalha no cemitério e tanta manter tudo sempre em ordem”, disse Godoy.

Fotos: Filipe Brogliatto/ Grupo Solaris


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