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O que pensam os prefeitos de Antônio Prado e Nova Roma do Sul sobre o possível adiamento das eleições

Escrito por em maio 27, 2020

Decisão deve ser tomada apenas após o dia 30 de junho

Durante reunião entre líderes partidários com o Presidente do Senado, Davi Alcolumbre, foi definido que a definição sobre a proposta de adiar as eleições municipais, marcadas para 04 de outubro, em primeiro turno, só será divulgada no mês de julho. Conforme definido na reunião por videoconferência, a intenção é aguardar até 30 de junho para saber como estará a situação da pandemia pela Covid-19 no Brasil.

Na sexta-feira, 29 de maio, uma comissão de parlamentares estará reunida com o Ministro do Supremo Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso, que tomou posse como novo Presidente do Tribunal Superior Eleitoral na segunda-feira (25).

Com a indefinição ainda presente, a reportagem da Rádio Solaris 97.3 buscou a opinião dos Prefeitos Juarez Santinon, de Antônio Prado e Douglas Pasuch, de Nova Roma do Sul.

De acordo com Juarez, “referente a possível mudança de data das eleições, a expectativa e a esperança é que pandemia termine o mais rápido possível, que a economia volte a aquecer, tudo voltando à normalidade, teríamos tudo acontecendo dentro dos seus prazos normais, se isto não acontecer é inevitável as adequações”.

Conforme Luís Roberto Barroso, o pleito será adiado caso tenha-se “um risco grave à saúde da população”.

Douglas Pasuch manifesta a posição de que as eleições não sejam adiadas. “A justiça eleitoral não mudou nenhum prazo de filiações, transferências e regularização de título, inclusive o afastamento dos cargos de quem irá concorrer a um cargo nas eleições”, diz o Prefeito de Nova Roma do Sul ao reiterar sua posição onde “não vê motivos para o adiamento”.

Alternativas em caso de adiamento

Conforme o Presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Luís Roberto Barroso, há possibilidade de fazer os pleitos em mais de um dia. Outra ideia é estender os horários, começando a votação às 8h da manhã até às 20h, aumentando em 50% o horário de votação.

De acordo com Barroso, “já pensamos em parcerias com convocações às empresas privadas menos afetadas pela crise, para que façam doações maciças de máscaras, álcool em gel, luvas, o que seja necessário para uma eleição em segurança, além da demarcação no chão dos espaços”.

Fonte: Grupo Solaris – Repórter Luiz Augusto Filipini.


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