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“Não há segurança para viabilizar o retorno”, diz presidente da Famurs sobre volta às aulas presenciais

Escrito por em agosto 26, 2020

Maneco Hassen foi entrevistado no Programa Na Medida nesta quarta-feira (26)

O tema volta às aulas de forma presencial segue em evidência no Rio Grande do Sul. Durante a terça-feira (25), em reunião por videoconferência envolvendo o governador Eduardo Leite, presidente da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), Maneco Hassen, além de representantes de associações regionais, foi definido que o calendário proposto, onde as aulas retornariam a partir de 31 de agosto para a Educação Infantil, não será adotado.

Em entrevista à Rádio Solaris 97.3 nesta quarta-feira (26), Maneco Hassen destaca que “não há segurança para viabilizar o retorno”. Na próxima terça-feira, haverá uma nova reunião com o governo gaúcho, que apresentará uma nova proposta de retorno, desta vez para o mês de setembro. Os protocolos serão novamente detalhados e qualificados.

A posição da Famurs, reiterada por Maneco, é de que as aulas presenciais só retornem quando houver uma situação de contágio pela Covid-19 controlada. “A data depende dos números da pandemia”, disse o presidente da Famurs.

A entidade também não concorda com a ideia de que os municípios e os pais definam se os alunos podem ou não retornar à sala de aula, na visão de Maneco Hassen, “o governo nos deve dar a garantia e confiança para o retorno”. Quanto a essa possibilidade, há divergências entre as lideranças regionais. A Amesne, por exemplo, associação que representa 36 municípios da Serra Gaúcha, defende a possibilidade dos municípios decidirem sobre o retorno.

Fonte: Grupo Solaris – Repórter Luiz Augusto Filipini


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