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“Não comemos só por fome física, mas também emocional”, diz nutricionista comportamental sobre alimentação na pandemia

Escrito por em julho 31, 2020

Rafaela Anziliero foi entrevistada no programa Na Medida

Uma série de mudanças comportamentais foram causadas pela pandemia, entre elas a alimentação. Conforme Rafaela Anziliero, nutricionista comportamental, as alterações de ambiente, com pessoas mais tempo em casa, aumento da ansiedade, preocupações, insegurança, dentre outros sentimentos, muitas vezes acabam impactando na alimentação.

Ortorexia

“Comer de forma saudável é comer diferente de vez em quando”, assim definiu Rafaela a importância de ter uma variação alimentar. O que a corrente que debate a “ortorexia” aponta como um problema é, na busca por uma alimentação saudável, a preocupação exagerada com o ponto de vista biológico sobre os alimentos, ou seja, com os efeitos que nutrientes e aditivos presentes no que se ingere proporcionam ao corpo. Como o indivíduo sabe quais os efeitos nocivos que determinado tipo de comida pode causar, ele o evita. Dessa forma, a função cultural e o bem-estar envolvidos no ato de se alimentar acabam perdendo espaço.

Transtornos alimentares

O período de pandemia tem causado um aumento de transtornos alimentares, conforme Rafaela Anziliero. Os Transtornos Alimentares são caracterizados por perturbações no comportamento alimentar, podendo levar ao emagrecimento extremo, à obesidade ou outros problemas físicos. Os principais tipos de Transtorno Alimentar são a Anorexia Nervosa e a Bulimia Nervosa, e ambos têm como características comuns: uma intensa preocupação como o peso e o medo excessivo de engordar, uma percepção distorcida da forma corporal, e a auto-avaliação baseada no peso e na forma física.

A pressão cultural por manter-se magro, seja apenas para atender à um padrão estético, ou pela exigência de certas profissões, aliada à presença de uma baixa auto-estima, tornam o indivíduo mais propenso à desenvolver um quadro de Anorexia ou Bulimia.

Dicas

Tentar perceber o que mudou no dia-a-dia em relação ao comportamento alimentar;
Após essa percepção, adotar pequenas mudanças;

Fonte: Grupo Solaris – Repórter Luiz Augusto Filipini


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