Faixa Atual

Título

Artista


Mulher, cada vez mais sinônimo de independência e representatividade

Escrito por em março 6, 2020

Elas estão inseridas em diferentes ramos no trabalho e sociedade.

Oficialmente, o Dia da Mulher é lembrado desde 1975, quando passou a ser considerado pela Organização das Nações Unidas. Porém, a data existe desde o século 20.

Origem do Dia da Mulher

Os primeiros passos iniciaram com a passeata das mulheres, em 26 de fevereiro de 1909, em Nova York. Cerca de 15 mil mulheres realizaram protesto em busca de melhores condições de trabalho. Na época, as jornadas chagavam a 16h por dia, em seis dias por semana – por vezes incluindo também o domingo.

Nesta época começam a surgir também movimentos em toda a Europa.

Em 1917, houve um marco ainda mais forte daquele que viria a ser o 8 de Março. Naquele dia, um grupo de operárias saiu às ruas para se manifestar contra a fome e a Primeira Guerra Mundial, movimento que seria o pontapé inicial da Revolução Russa.

Após a revolução bolchevique, a data foi oficializada entre os soviéticos como celebração da “mulher heroica e trabalhadora”.

Mulher ganha cada vez mais espaço no mercado de trabalho e na sociedade

Ser independente – a definição expõe:

É poder ter liberdade para fazer as coisas que almejamos fazer, seguir as nossas paixões, nossos sonhos, nosso projeto de vida;

Ser independente é não ter medo de enfrentar o novo, não ter medo de desafios e nem da opinião dos outros (o famoso “O que dirão?”);

É saber lutar as batalhas do dia-a-dia com as armas que temos à mão: nossa inteligência e nosso coração;

Ser independente é ter a humildade de saber que todo dia é dia de aprender algo novo que nos leve em direção aos nossos sonhos e objetivos.

Conforme dados de 2017, buscados pela reportagem, em 1995, as mulheres representavam 23% como pessoas com comando em casa. Em 2015, a porcentagem subiu para 40%. Na maioria dos casos, há presença masculina na residência também.

Se ganhar voz ativa em casa já era um objetivo, que gradativamente foi alcançado, era hora de mostrar a força feminina e buscar reconhecimento em atividades de trabalho antes dominadas por homens.

Na construção civil, por exemplo, segundo dados de 2018, já são mais de 200 mil mulheres no setor, crescendo 120% entre 2007 e 2018.

Estamos avançando como sociedade, apesar de alguns antigos problemas. Um deles, segue sendo as desigualdades entre salários de homens e mulheres que realizam as mesmas atividades.

Conforme dados de 2019 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mesmo com uma queda na desigualdade salarial entre 2012 e 2018, as trabalhadoras ganham, em média, 20,5% menos que os homens no país.

Hoje, as mulheres respondem por 43,8% dos 93 milhões de brasileiros ocupados. Na população acima de 14 anos, por exemplo, a proporção é diferente: 89,4 milhões (52,4%) são mulheres, enquanto 81,1 milhões (47,6%) são homens, constata o estudo.

Quando a comparação entre os rendimentos das mulheres e dos homens é feita de acordo com a ocupação, o estudo mostra que a desigualdade é disseminada no mercado de trabalho, embora varie de intensidade.

Precisamos avançar!

Coisa de menina e coisa de menino, quem nunca ouviu essa frase? Desde pequenos, somos levados a acreditar que nem tudo é para todos e que homens e mulheres têm funções diferentes e predefinidas que não podem ser modificadas.

Precisamos praticar!

  • Empatia
  • Acolhimento
  • Sensibilidade
  • Desvencilhar-se da “cultura” do preconceito
  • Educação
  • Cidadania
  • Amor
  • Compreensão

Fonte: Grupo Solaris – Repórter Luiz Augusto Filipini.

Marcado como

Opnião dos Leitores

Deixe uma resposta

Seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios estão marcados com *