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Mortalidade de mulheres por câncer de pulmão tem tendência de estabilizar até 2030

Escrito por em agosto 30, 2019

Estudo foi lançado pelo Instituto Nacional de Câncer José de Alencar (Inca).

A mortalidade por câncer de pulmão entre as mulheres deve ter seus índices reduzidos a partir de 2030. Essa é a conclusão de um estudo inédito lançado na quinta-feira (29), Dia nacional de combate ao Fumo, pelo Instituto Nacional de Câncer José de Alencar (Inca).

A pesquisa, intitulada “A curva epidêmica do tabaco no Brasil: para onde estamos indo?”, aponta que a diminuição do tabagismo entre as mulheres e a consequente estabilização na taxa de mortalidade por câncer de pulmão são resultados de ações e políticas públicas de controle do tabaco.

De acordo com a pesquisadora do INCA, Mirian Carvalho, uma das autoras do estudo, a tendência esperada para a população feminina segue o padrão verificado entre os homens.

A taxa de mortalidade por câncer de pulmão entre os homens sempre foi superior à verificada entre as mulheres. Mas, com as tendências observadas, as curvas estão se aproximando.

A pesquisa revela que, em 2017, foram registrados quase 28 mil óbitos decorrentes da doença e que, em 2019, o país deve registrar uma incidência de 31 mil novos casos de câncer de pulmão. Em todo o mundo, são mais de 8 milhões de óbitos por ano.

Fonte: Agência Brasil – Lígia Souto


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