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Inverno está longe do fim e há alto risco de geada tardia na Serra gaúcha

Escrito por em agosto 3, 2021

Em julho, uma intensa incursão de ar gelado trouxe neve e frio de até 10ºC abaixo de zero com sensações de -20ºC nas áreas de maior altitude

Muita gente não aguenta mais tanto o frio intenso que tem feito nos últimos dias. Em um intervalo de apenas 30 dias o Brasil foi alcançado por três fortes massas de ar de origem polar. Fez muito frio no final de junho, uma nova erupção de ar polar chegou na terceira semana de julho e, por fim, uma intensa incursão de ar gelado trouxe neve e frio de até 10ºC abaixo de zero com sensações de -20ºC nas áreas de maior altitude no final do mês.

A boa notícia é que o pior do frio está ficando para trás. Este começo de agosto ainda tem os reflexos da incursão do ar polar da última semana de julho e nesta terça-feira (3), por exemplo, a temperatura chegou a -5ºC no Rio Grande do Sul e -7ºC em Santa Catarina. O frio, entretanto, deverá perder força durante os próximos dias e as tardes no próximo fim de semana devem ser até quentes para o mês de agosto.

A tendência, aliás, é que daqui para a frente aumente cada vez mais o número de dias de temperatura amena ou elevada, sendo uma marca do mês de agosto o registro de alguns dias de calor, às vezes até intenso, especialmente na segunda metade do mês. Setembro, então, sempre tem alguns dias de calor e já houve anos em que a temperatura se aproximou dos 40ºC em pleno último mês do inverno astronômico, apesar de marcas tão altas assim serem raras no mês.

O aumento do número de dias de temperatura agradável ou alta, porém, não significa que o frio acabou. As massas de ar frio vão seguir alcançando o Sul do Brasil nas próximas semanas. Ocorre que tendem a não ter a mesma potência, no geral, das três últimas e a frequência de incursão de ar gelado será menor.


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