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Gasolina sobe pela quinta semana seguida e chega a custar 7,99 no Rio Grande do Sul

Escrito por em novembro 9, 2021

Desde o governo Michel Temer em 2016, a gasolina teve um aumento real de 39% no Brasil

Os preços da gasolina, do diesel e do gás de botijão voltaram a subir na última semana, de acordo com o levantamento da Agência Nacional do Petróleo (ANP). O preço médio do litro de gasolina passou de R$ 6,56 há duas semanas para R$ 6,71 na última semana, representando uma alta de 2,25%. É a quinta semana seguida de alta. No ano, o valor da gasolina acumula avanço de 49,6%. Em Bagé (RS) o litro da gasolina já é vendido a R$ 7,99.

No diesel, nas duas últimas semanas o preço do litro médio no Brasil subiu 2,45%, de R$ 5,21 para R$ 5,33. Foi a sexta semana seguida de avanço nos preços. Desde janeiro, acumula alta de 48,05%.

No gás de botijão (GLP), o preço passou de R$ 102,04 para R$102,48, um aumento de 0,43%. É uma alta acumulado desde o início do ano de 37%.

Nesta segunda-feira (9), o presidente Jair Bolsonaro voltou a dizer que nem ele nem seu governo tem culpa pelo aumento dos combustíveis no país. Ele fez críticas a Petrobras e disse que os combustíveis estão aumentando em todo o mundo, e que no Brasil está aumentando abaixo da média.

Segundo o Observatório Social da Petrobras (OSP), instituição ligada à Federação Nacional dos Petroleiros (FNP), Instituto Brasileiro de Estudos Políticos e Sociais ( Ibeps) e Instituto Latino Americano de Estudos Socioeconômicos (Ilaese), os preços dos combustíveis estão nos maiores patamares do século.

Entenda os aumentos reais da gasolina, do diesel e do gás de cozinha nos últimos cinco anos

O levantamento do OSP aponta que, desde que o PPI (Preço de Paridade de Importação) foi implementado, em 2016, no governo de Michel Temer, a gasolina registrou um aumento real (considerando a inflação) de 39%, com reajuste nominal (sem ajuste da inflação) de 79%. O litro do diesel S-10 superou a inflação em 28,7% e teve crescimento nominal de 60%.

Já o gás de cozinha foi o recordista, com uma alta real de 48% acima da inflação e 84% em termos nominais.


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