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Famurs apoia movimento da Anfibro para fomentar políticas públicas de conscientização da fibromialgia nos municípios gaúchos

Escrito por em junho 16, 2021

Uma das ações prevista pelas entidades será a realização de uma capacitação gratuita para os agentes de saúde

Diante do intenso trabalho realizado pela Associação Nacional De Fibromiálgicos e Doenças Correlacionadas (Anfibro), o governo do Estado sancionou a Lei Daniel Lenz ( Lei nº 15.606 de 29 de abril de 2021), que institui a política estadual de proteção dos direitos da pessoa com fibromialgia. A legislação abrange tanto o tratamento da doença quanto a informação acerca de seus desafios para a sociedade, a capacitação do pessoal de saúde, bem como a inclusão do fibromiálgico no mercado de trabalho.

Sendo a atenção básica de responsabilidade dos municípios, a Famurs, em parceria com a Anfibro, visa divulgar e fomentar a implementação dessas políticas públicas nos municípios gaúchos. Uma das ações prevista pelas entidades será a realização de uma capacitação para os agentes de saúde, promovida pela Escola Famurs, de forma gratuita e com o apoio de médicos voluntários da Associação.

Entenda:


A fibromialgia é uma síndrome caracterizada por dor permanente por mais de três meses. Além da dor, a fibromialgia pode vir acompanhada, dentre outros sintomas, de fadiga crônica, sono, intestino e bexiga irritáveis, intolerância ao exercício, ao frio e a química múltipla.

Ela afeta entre 3,5 e 5% da população, sendo mais comum em mulheres entre 30 e 50 anos. Para cada um homem diagnosticado com fibromialgia, outras nove mulheres são identificadas com a doença.


Além da doença em si, o paciente também sofre pelo atraso no diagnostico, tendo em vista que o resultado é inteiramente clínico, não aparecendo em nenhum exame de imagem ou laboral, e com o preconceito da sociedade, uma vez que possui aparência de pessoa saudável.

Segundo a Associação Nacional De Fibromiálgicos e Doenças Correlacionadas (Anfibro), pacientes fibromiálgicos possuem a capacidade produtiva bastante afetada, trazendo um importante impacto no desenvolvimento social bem como nos serviços de saúde.

Conforme a entidade, com a pandemia de Covid-19, o número de pacientes com fibromialgia tende a aumentar nos próximos anos, pois a chamada síndrome pós-Covid se assemelha muito a doença.

Fonte: Famurs


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