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Esclarecimento sobre acidente com Policial Militar em Antônio Prado

Escrito por em julho 28, 2020

Apresentado o fato ao Poder Judiciário de Antônio Prado, foi decretada sua prisão

“A lei é para todos”, com essa frase o Comandante do Batalhão de Antônio Prado, Tenente Artêmio Pultosa começou esclarecendo o ocorrido no último dia 18, quando um policial militar sofreu um acidente com seu carro.

Mediante as críticas e questionamentos sobre a ação da Brigada Militar, por ocasião do ocorrido, buscamos esclarecimentos junto ao comando.

Pultosa informou que foram tomadas todas as procedências cabíveis para o caso. Os policiais que atenderam o caso, após constatação de embriaguez, deram voz de prisão ao colega e aplicaram todas as multas em que ele se enquadrava.

O soldado só não foi encaminhado para o Plantão da Polícia Civil, pois seu estado de saúde inspirava cuidados, mas o registro foi feito na delegacia. Transferido ainda naquela noite para o Hospital Pompeia em Caxias do Sul, permaneceu internado até a quarta-feira (22).

Representado o fato ao poder judiciário de Antônio Prado, em um primeiro momento ficou decretada a sua prisão, e assim que deixasse o hospital seria encaminhado ao presídio.

Porém, na segunda-feira (20), por entender que o policial possuía residência e emprego fixo, não tinha antecedentes, optou por revogar sua prisão, o que não o exime que responda pelo ato na justiça comum e militar. Durante o domingo e até ser expedido o alvará de soltura, o policial permaneceu sob custódia da Brigada Militar de Caxias do Sul.

Segundo o Major Juliano Amaral, Subcomandante do 36º BPM, o qual pertence o pelotão de Antônio Prado, o policial vai responder como qualquer outra pessoa. “Ele envolveu em um acidente de transito, foi comprovado que estava embriagado, foi preso, foi solto e responderá o processo”.

Ainda segundo o Major, na BM quando ele retornar do afastamento médico, responderá a um procedimento disciplinar que avaliará sua conduta, de estar embriagado, se tem alguma relação com a função pública.

“Lembrando que ele estava de férias, portando não estava de serviço, não cometeu nenhum crime militar, mas sim crime de natureza civil”, reforça.

No dia do acidente e durante esta semana o PM está em período de férias e deve se apresentar nos próximos dias ao quartel, só então serão tomadas as medidas cabíveis no âmbito militar, o processo civil já está em curso.

“Não é possível fazermos um julgamento do caso sem antes ouvirmos o envolvido, todos tem direito a julgamento e defesa. Posso assegurar que os procedimentos tomados com ele (policial) foram os mesmos que foram tomados por ocasião de qualquer outro acidente com embriaguez, a exemplo do ocorrido na madrugada de sábado (25) no mesmo local” afirma o Pultosa.

Relembre o caso:

O acidente aconteceu no início da noite de sábado, dia 18 de julho, no Bairro Centenário e envolveu um veículo Jetta de propriedade de um Policial Militar. Resultaram feridos os dois caroneiros, um homem e uma mulher, e o condutor do veículo, de 30 anos. Esse com maior gravidade foi transferido para Caxias do Sul.

O carro atingiu um poste de concreto, partindo-o, em seguida bateu em um caminhão e um automóvel que estavam estacionados na via. Segundo populares, o Jetta só parou o após  colidir com um portão de uma residência.


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