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Entenda os crimes atribuídos a Eike que o levaram de volta à prisão

Escrito por em agosto 9, 2019

Negociações foram possíveis através de acordos de delação premiada.

Investigação do Ministério Público Federal revela que o empresário Eike Batista, preso na manhã de quinta-feira (8) na Operação Segredo de Midas, manipulou bolsas de valores no Brasil, Canadá, Estados Unidos e Irlanda.

Os crimes que teriam sido praticados entre 2010 e 2015 foram explicados pelo procurador da República, Almir Teubl Sanches. As investigações, segundo ele, foram possíveis graças aos acordos de delação premiada firmados com executivos da gestora de recursos Opus Investimento, incluindo o sócio fundador Eduardo Plass.

Eduardo Plass foi preso no ano passado no Rio de Janeiro. Além de ser sócio-fundador da Opus Investimento, ele é dono do banco Tag Bank e da empresa The Advisor Investiment (TAI), ambos sediados no Panamá. A TAI não possui autorização para gerir recursos de terceiros e funcionar como banco.

Eike foi apontado por Eduardo Plass como o principal cliente. Ao fechar o acordo de delação premiada, Plass se comprometeu com o pagamento de R$300 milhões de multa e de entregar US$9,2 milhões de Eike que estariam sob sua custódia.

Fonte: Agência Brasil – Léo Rodrigues


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