Grupo Solaris

Eleições 2020: Campanha eleitoral será autorizada a partir de domingo (27)

Utilização das redes sociais deve ganhar força em 2020 devido à pandemia

Um processo eleitoral diferente do ocorrido em 2016, essa será a realidade das eleições 2020. A campanha eleitoral 2020 começa no próximo domingo (27) e tem regras específicas para o meio digital, além de alterações em relação aos últimos pleitos.

As lives, por exemplo, muito disseminadas durante a pandemia como uma forma de contato entre as pessoas, poderão ser utilizadas como instrumento de comunicação nas campanhas. Porém, ainda em agosto, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), proibiu apresentações virtuais promovidas por artistas como forma de fazer campanha.

Em vigor desde o ano passado, a lei sobre notícias falsas prevê prisão de até oito anos a quem divulga informações inverídicas com finalidade eleitoral.

Quais as regras

Conteúdos eleitorais são permitidos em sites de partidos e candidatos a partir de domingo (27);

Impulsionamentos de conteúdos podem ocorrer, desde que o pagamento para que as postagens tenham mais visibilidade sejam feitos apenas pelas páginas dos próprios candidatos, partidos ou coligações;

A veiculação de outras propagandas eleitorais pagas que não sejam através do impulsionamento estão proibidas;

Manifestações ofensivas direcionadas à candidatos, partidos ou coligações são proibidas;

É proibida a realização de postagens e impulsionamentos na data das eleições (15 de novembro), configurando boca de urna;

Como será a disputa em 2020

De acordo com o TSE, serão 5.568 municípios brasileiros que irão eleger seus novos representantes para o poder executivo e legislativo. Para a disputa de prefeito e vice, será seguido o modelo de representação majoritária. Nesse sistema, são eleitos aqueles que obtiverem a maioria dos votos, não computados os brancos e os nulos. Em caso de empate, aplica-se o critério de maior idade para desempatar a disputa. 

Conforme prevê o Código Eleitoral, as eleições para vereador obedecerão ao princípio da representação proporcional. Segundo esse modelo, é o partido que recebe as vagas, e não o candidato.

No caso, o eleitor escolhe seu candidato entre aqueles apresentados por um partido. No entanto, antes de saber se o candidato em quem votou ocupará uma vaga no Poder Legislativo, é necessário saber quais foram os partidos vitoriosos. Depois, dentro de cada agremiação partidária que conseguiu um número mínimo de votos, entre os candidatos mais votados, serão definidos os eleitos.

O cálculo é feito a partir dos chamados quocientes eleitoral (QE) e partidário (QP). O quociente eleitoral é definido pela soma do número de votos válidos (votos de legenda e votos nominais, excluindo-se os brancos e os nulos), dividida pelo número de cadeiras em disputa. Somente os partidos que atingem o quociente eleitoral têm direito a alguma vaga.

A partir daí, analisa-se o quociente partidário, que é o resultado do número de votos válidos obtidos, pelo partido isolado ou pela coligação, dividido pelo quociente eleitoral. O saldo da conta corresponde ao número de cadeiras a serem ocupadas.

A cobertura eleitoral da Radio Solaris 97.3 tem o apoio de Matzupel indústria de alimentos congelados, produtos que recheiam de alegria o seu dia.

Fonte: Grupo Solaris – Repórter Luiz Augusto Filipini

Sair da versão mobile