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CoronaVac tem 50,38% de eficácia comprovada em testes com brasileiros

Escrito por em janeiro 13, 2021

A decisão sobre o uso emergencial da vacina, que tem capacidade de impedir em 100% a evolução para casos graves da doença, será neste domingo

O Instituto Butantan, através de testes realizados em brasileiros, anunciou que a eficácia geral da vacina da CoronaVac é de 50,38%. A taxa está dentro do porcentual mínimo de 50%, exigido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Especialistas afirmam que com a aplicação do imunizante a circulação do vírus será barrada e diminuirá a pressão no sistema hospitalar. Isso porque a ação da vacina promete impedir a evolução do vírus em pessoas que se infectarem, para que as mesmas não apresentem mais do que sintomas leves da doença. Dessa forma, o Instituto Butantan afirma que quem for vacinado estará com 100% de proteção para casos moderados ou graves de Covid-19, ou seja, sem nenhum risco de morte.

O prazo para aprovação das vacinas

A Anvisa informou que a reunião que decidirá sobre os pedidos de autorização para uso emergencial das vacinas contra a Covid-19 do Butantan e da Fiocruz está prevista para o próximo domingo (17).

O órgão regulador reforçou que “faz-se necessária a entrega, em tempo hábil para análise, dos documentos faltantes e complementares” no caso da CoronaVac. A autorização da Fiocruz diz respeito ao uso inicial de 2 milhões de doses da vacina de Oxford e a do Butantan, de 10,8 milhões de unidades do antígeno produzido pela Sinovac.

Promessa da vacina Russa

A farmacêutica União Química afirmou que poderá produzir até oito milhões de doses da vacina Sputnik V, desenvolvida na Rússia. A quantidade configura a capacidade total da chamada Bthek, a unidade de biotecnologia da empresa, em Brasília. Entre as duas partes há o contrato de transferência de tecnologia, ou seja, o compartilhamento do segredo da fabricação.

Ainda não está claro se as unidades iniciais serão exportadas ou fabricadas no Brasil. A empresa chegou a protocolar um pedido de estudo de fase 3 junto à Anvisa, que foi negado por falta de dados. A farmacêutica deve realizar uma nova solicitação em breve.


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