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BLACKPINK: Documentário da Netflix mostra construção das rainhas do k-pop

Escrito por em outubro 14, 2020

Light Up the Sky já está disponível na plataforma de streaming

“Eu era rejeitada por meus parentes. Diziam que eu era feia”.

“Tenho que estar sempre no palco, e isso fica mais difícil conforme a idade avança”.

“No final, percebi que não tinha vida pessoal. Eu vivia para o show de amanhã”.

Quem vê esses depoimentos das integrantes do BLACKPINK, no caso, Jisoo, Jennie e Rosé, respectivamente, logo percebe que a ideia do documentário Light Up the Sky é mostrar o quarteto de k-pop como exemplo de superação.

O longa-metragem, que estreou nesta quarta (14) no catálogo da Netflix, no entanto, funciona também como documento cinebiográfico da carreira do grupo, que bateu vários recordes em serviços de streaming.

Há cenas das quatro na infância, depoimentos de gente que ronda e assessora o grupo, como a instrutora de pilates (de Jennie) e a maquiadora (de Jisoo); e principalmente de Teddy Park, produtor e compositor do BLACKPINK, que trabalha em um estúdio com um pôster da primeira sessão de fotos do quarteto na parede.

“É a combinação que torna o BLACKPINK único”, diz Park, logo no começo. E daí tem inicio o registro das jornadas de Rosé, Lisa, Jennie e Jisoo, esta última a única coreana criada na Coreia. Lisa é tailandesa; e Rosé e Jennie vieram da Austrália e da Nova Zelândia, respectivamente.

As quatro, hoje muito citadas como “rainhas do k-pop”, vão contando como chegaram até a YG, poderosa empresa que administra a carreira do grupo. Falam sobre a rigidez nos ensaios e no treinamento até a formação do quarteto. Comentam as regras. Elas não podem beber, fumar ou fazer uma tatuagem, por exemplo.

Passaram por treinamentos que duraram de 4 a 6 anos. Contam que “para estar sempre no padrão deles”, eram 14 horas de treino por dia, com um dia de folga a cada 15. A cada mês, eram avaliadas pelos chefões da YG.

Em meio a tudo isso, contam detalhes de suas rotinas. Lisa demonstra sua paixão por roupas antigas e brechós. Rosé canta e toca violão para conseguir dormir.

A explosão

A parte mais conhecida da carreira do BLACKPINK fica para a parte final. Do sucesso de “Whistle” aos shows em arenas nos Estados Unidos e em outras partes do mundo, na turnê mundial de 2019, o filme vai mostrando cenas das quatro sendo esperadas por multidões a cada cidade.

Fãs ganham vez e declaram como as meninas as influenciam.

“Na Tailândia, me veem como a tailandesa que chegou longe”, conta Lisa.

Após o sucesso, veio (mais) pressão. É quando Light Up the Sky mostra que Lisa funciona como ponto de equilíbrio no grupo. É a integrante que sempre procura deixar as outras felizes. “Se vocês acham que faço vocês rirem, vou continuar”, brinca a tailandesa.

Elas são reflexivas quanto ao futuro. Até quando vai durar a fama? Sabem que em algum momento uma nova geração pode substituí-las, mas encaram ao estilo Lisa: com positividade o tempo todo.

Foto: Internet

Fonte: Omelete


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