{"id":74284,"date":"2022-03-16T10:21:27","date_gmt":"2022-03-16T13:21:27","guid":{"rendered":"https:\/\/radiosolaris.com.br\/beta\/?p=74284"},"modified":"2022-03-16T10:21:28","modified_gmt":"2022-03-16T13:21:28","slug":"mais-de-50-das-mulheres-que-utilizam-o-transporte-publico-ja-sofreram-preconceito-ou-discriminacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radiosolaris.com.br\/beta\/mais-de-50-das-mulheres-que-utilizam-o-transporte-publico-ja-sofreram-preconceito-ou-discriminacao\/","title":{"rendered":"Mais de 50% das mulheres que utilizam o transporte p\u00fablico j\u00e1 sofreram preconceito ou discrimina\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"\n<h4 id=\"os-dados-do-observatorio-febraban-mostram-tambem-que-oito-em-cada-dez-mulheres-indicam-a-casa-como-o-lugar-onde-as-situacoes-de-violencia-ameaca-e-assedio-ocorrem-com-mais-frequencia\" class=\"wp-block-heading\">Os dados do Observat\u00f3rio Febraban mostram tamb\u00e9m que oito em cada dez mulheres indicam a casa como o lugar onde as situa\u00e7\u00f5es de viol\u00eancia, amea\u00e7a e ass\u00e9dio ocorrem com mais frequ\u00eancia <\/h4>\n\n\n\n<p>Cerca de 56% das mulheres que utilizam transporte p\u00fablico, j\u00e1 foram v\u00edtimas de preconceito ou discrimina\u00e7\u00e3o. Os dados s\u00e3o da pesquisa realizada pelo Observat\u00f3rio Febraban. No levantamento, ocorr\u00eancias no transporte s\u00f3 n\u00e3o foram maiores do que as que acontecem na rua, que corresponde \u00e0 67%. Por\u00e9m, elas superam os casos presenciados ou vividos no local de trabalho com 42%, escolas ou universidades s\u00e3o 39% e festas e locais de entretenimento equivalem 56%.<\/p>\n\n\n\n<p>A regi\u00e3o que mais relatou casos de preconceito e discrimina\u00e7\u00e3o contra a mulher no transporte p\u00fablico foi o Centro-Oeste, com 60%. O levantamento \u2018Mulheres Preconceito e Viol\u00eancia\u2019 foi realizado entre os dias 19 de fevereiro a 2 de mar\u00e7o, com 3 mil mulheres nas cinco regi\u00f5es do pa\u00eds. Ele tra\u00e7a um amplo quadro desse problema no pa\u00eds e se alinha aos esfor\u00e7os de investigar a situa\u00e7\u00e3o das mulheres brasileiras e de combater o preconceito e a viol\u00eancia. \u00c9 superlativa a impress\u00e3o, no levantamento, de que os casos de viol\u00eancia contra a mulher aumentaram durante a pandemia da Covid-19.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO levantamento mostra que, apesar de a sociedade brasileira ter avan\u00e7ado muito nos \u00faltimos anos, ainda temos muitos desafios a suplantar em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 diversidade e igualdade de g\u00eaneros\u201d, diz Isaac Sidney, presidente da Febraban. \u201cN\u00e3o podemos pensar em desenvolvimento e crescimento social e econ\u00f4mico nos pr\u00f3ximos anos sem combater esse tipo de mazela e sem incentivarmos pol\u00edticas e a\u00e7\u00f5es afirmativas que eliminem essas diferen\u00e7as.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Caracterizando a viol\u00eancia contra a mulher no Brasil, quase oito em cada dez respondentes indicam a casa como o lugar onde as situa\u00e7\u00f5es de viol\u00eancia, amea\u00e7a e ass\u00e9dio ocorrem com mais frequ\u00eancia e sete em cada dez citam pessoas pr\u00f3ximas ou conhecidas &#8211; atuais ou antigos c\u00f4njuges, companheiros e namorados &#8211; como principais agressores.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cSe esse quadro, por si s\u00f3, j\u00e1 evidencia a situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade a que as mulheres est\u00e3o expostas, ele se agrava quando metade declara que as v\u00edtimas n\u00e3o procuram ajuda ou n\u00e3o denunciam. E isso acontece em fun\u00e7\u00e3o do medo, principalmente de repres\u00e1lia ou persegui\u00e7\u00e3o, e tamb\u00e9m de serem desacreditadas\u201d, aponta o soci\u00f3logo e cientista pol\u00edtico Antonio Lavareda, presidente do Conselho Cient\u00edfico do IPESPE.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os dados do Observat\u00f3rio Febraban mostram tamb\u00e9m que oito em cada dez mulheres indicam a casa como o lugar onde as situa\u00e7\u00f5es de viol\u00eancia, amea\u00e7a e ass\u00e9dio ocorrem com mais&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":16,"featured_media":74287,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_lmt_disableupdate":"","_lmt_disable":"","footnotes":""},"categories":[84],"tags":[186,2348,4753,992,283,3302,2167],"powerkit_post_featured":[],"class_list":{"0":"post-74284","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-brasil","8":"tag-brasil","9":"tag-mulheres","10":"tag-preconceito","11":"tag-serra","12":"tag-serra-gaucha","13":"tag-violencia-2","14":"tag-violencia-contra-a-mulher"},"modified_by":"Bruna Picinini","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/radiosolaris.com.br\/beta\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/74284","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/radiosolaris.com.br\/beta\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/radiosolaris.com.br\/beta\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radiosolaris.com.br\/beta\/wp-json\/wp\/v2\/users\/16"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radiosolaris.com.br\/beta\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=74284"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/radiosolaris.com.br\/beta\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/74284\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radiosolaris.com.br\/beta\/wp-json\/wp\/v2\/media\/74287"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/radiosolaris.com.br\/beta\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=74284"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/radiosolaris.com.br\/beta\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=74284"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/radiosolaris.com.br\/beta\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=74284"},{"taxonomy":"powerkit_post_featured","embeddable":true,"href":"https:\/\/radiosolaris.com.br\/beta\/wp-json\/wp\/v2\/powerkit_post_featured?post=74284"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}