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Baixa cobertura vacinal infantil contra COVID-19 preocupa pediatras

Escrito por em fevereiro 23, 2022

Membros da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul alertam para importância da imunização das crianças no combate a variante Ômicron

De acordo com membros da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS), a vacinação infantil é a saída mais segura para a pandemia, no curto e também no longo prazo. Mas a baixa cobertura vacinal dos pequenos está preocupando os pediatras. Dados recentes do Rio Grande do Sul indicam que somente 29% das crianças de 5 a 11 anos receberam a primeira dose.

O avanço da variante Ômicron no Brasil despertou alerta sobre os sistemas de saúde. Entretanto, com a existência das vacinas, o cenário é bem diferente dos piores momentos da Pandemia da COVID-19 no ano passado. Atualmente, toda população adulta e crianças de 5 a 11 anos podem se imunizar. Diante dessa realidade, o médico pediatra e membro da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS), José Paulo Ferreira destaca a importância da vacinação nas crianças.

“O coronavírus segue espalhando, com muitos casos. A variante Ômicron está avançando e chegando, infelizmente, também em muitas crianças. Já temos vacinas para crianças de 5 a 11 anos nos postos de saúde. São duas vacinas. Pfizer e Coronavac. As vacinas já foram testadas e aprovadas. Nosso pedido é para que façam a imunização”, pontuou o médico.

“Não sabemos se a Ômicron deixará sequelas à longo prazo. Nossa única arma é a vacinação. Converse com seu pediatra, se informe e vacine as crianças. Assim protegeremos elas e toda nossa comunidade, para enfim, terminar com a pandemia, que já dura mais tempo do que temos condições de suportar”, explicou.


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