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Acúmulo de horas de frio deste inverno não preocupa mais os fruticultores da Serra Gaúcha

Escrito por em agosto 20, 2019

Safra deve ter volumes dentro da média histórica.

Esta terça-feira (20) é mais um dia que amanheceu com baixas temperaturas na Serra. A ausência do frio, que demorou para chegar neste inverno e vinha preocupando muito os fruticultores, necessitando retardar ao máximo a prática da poda seca.

As ondas de baixas temperaturas ocorridas em julho e agosto fazem com que a quantidade de horas de frio necessárias para as frutíferas já esteja bem próxima da média neste ano.

Na região colonial da Serra Gaúcha, a média histórica de horas de frio abaixo de 7,2ºC, de acordo com medição feita pela Embrapa de Bento Gonçalves, onde está instalada uma estação meteorológica, é de 409 horas por ano.

O engenheiro agrônomo da Emater/RS-Ascar, Enio Ângelo Todeschini, explica que a redução das temperaturas e o comprimento dos dias (horas de luz) do outono induzem as plantas das principais espécies de frutíferas de clima temperado cultivadas na Serra – macieira, parreira, pessegueiro, pereira, caquizeiro, ameixeira, figueiro, kiwizeiro, mirtileiro e amoreira – à dormência, perdendo as folhas justamente para suportar e sobreviver aos rigores do inverno.

As duas massas de ar frio que ocorreram em julho e que vêm se repetindo sucessivamente em agosto fazem com que o total de horas de frio até o momento, faltando pouco mais de 30 dias para o término do inverno, já se aproxime da média histórica para a região.

Fonte: Grupo Solaris com informações da Emater/RS Ascar


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